quinta-feira, 21 de março de 2013

eu e os media...

Não me recordo muito da imprensa, a única coisa que me recordo é dos livros da Anita, da minha colecção de B.D. do Pato Donald, e dos livros Arrepios... Adorava aquilo!
Livro Arrepios

Quando era pequena não gostava de ver T.V.! Gostava mais de andar a brincar ao ar livre, mas o patrão da minha mãe obrigava-me a ficar quietinha  a ver desenhos animados e foi aí que comecei a ficar fascinada! Lembro-me de ver o Dragon Ball, a loja do Nody, e claro o meu preferido as Navegantes Da Lua!


E quando já tinha uns 7 ou 8 anos lembro-me de ver series infantis tais como A Vida De Neco. Anjo Selvagem, Médicos De Família, etc.

Quando eu ia para os meus avós o meu avô ficava desde as 7h da manhã a ouvir rádio até as 8h na cama. ainda hoje o faz, tem o rádio atado aos ferros da cama por cima da cabeça dele. E para não incomodar a minha avó modernizou-se e comprou uns fones.

O primeiro filme que fui ver ao cinema foi a "Fuga Das Galinhas". Tinha por volta dos oito anos a primeira vez que entrei num cinema com pipocas numa mão e coca-cola na outra. Era tudo tão grande fiquei fascinada.
Fátima Farinha 2º TA

quinta-feira, 14 de março de 2013

A Imprensa


IMPRENSA
A minha relação com a imprensa vem do tempo de um tio-avô. Eu tinha uns 4 ou 5 anos e este tio-avô trabalhava em Cabo Verde no jornal “ Assemana” e ele tinha o hábito de trazer sempre para casa jornais, livros, revistas e fotonovelas. Depois de passarem por todos lá em casa, acabavam nas minhas mãos porque nesta altura eu já mostrava um grande interesse pela leitura. Com as fotonovelas aprendi a ler sozinha porque a minha curiosidade era tão grande para saber o contavam aquelas fotos de que eu gostava tanto, que comecei associar letras por letras, até aprender a ler e saber o que se estava a passar na história.

CINEMA
A primeira vez que fui ao cinema, tinha 5 anos. O filme que fui ver foi um filme indiano, não me lembro da história, mas o protagonista marcou-me muito, tanto que passei a minha infância e adolescência a sonhar com ele e no dia de o conhecer pessoalmente. O nome dele era Ravi Amitabaxam, no meu quarto colecionava tudo sobre ele, como os cartazes dos filmes, posters e fotos. Os meus amigos e as minhas primas como sabiam desta minha “paixão” arranjavam-me tudo sobre ele. A primeira vez que fui sozinha a um cinema, fui com minha amiga e eu tinha 12 anos e o filme era maior de 15 anos, mas eu consegui entrar, enganando os porteiros, e era o filme de “Conan o Bárbaro”.

RÁDIO
Em relação ao radio, eu cresci a ouvir o rádio. O que mais me marcou nesta época eram os fins de tarde em Cabo Verde, a minha mãe e a família toda, à volta do rádio para ouvir uma novela, tão importante que não se via ninguém na rua àquela hora. Depois na novela passava-se ainda muito tempo a comentar a história, e às vezes até choravam por causa da novela.

TELEVISÃO
Desde que me lembro a televisão sempre existiu lá em casa e era companhia constante quando eu vivia em angola, por isso não posso precisar o momento em que vi pela primeira vez televisão. Aos cinco anos fui viver para Cabo Verde e lembro-me quando o meu pai trouxe o televisor de Angola. No bairro onde eu vivia éramos os únicos a possuir um aparelho de televisão e então toda a vizinhança se reunia à noite no nosso pátio para assistir à emissão que começava às 19 horas. Como era muita gente, as pessoas iam à tarde marcar lugar com um banquinho para ficarem com os melhores lugares. Eu e o meu irmão aproveitávamos para ganhar algum dinheiro cobrando os lugares até que a minha mãe descobriu e acabou com o negócio. Bons tempos! 


Fátima Santos
2º A.E.
                                                               

quarta-feira, 13 de março de 2013

Eu e os mídias


Cinema:
A primeira vez que fui ao cinema, foi para ir ver o filme “Toy Story”. Fomos numa visita de estudo pelo ATL até um parque infantil, andava eu na escola primária. Almoçámos (as famosas sandes de queijo, fiambre e manteiga com sumo que dão em todas as visitas de estudo). Comemos e, quando as monitoras deram por elas, já estávamos atrasados. Mas queríamos ir e fomos. Quando lá chegámos, o filme já ía a meio. Fiquei muito triste porque, a primeira vez que ía ao cinema (os meus amigos diziam que era “bué fixe”), não vi desde o início. Com o aparecimento da internet, quando aprendi a mexer e tive acesso, fui logo ver o “Toy Story” mas, desde o início.


Televisão:

Na minha casa, a televisão é sagrada. Fui habituado a ver televisão desde pequeno mas já gostei mais do que gosto agora. Antes, quando chegava a casa, a primeira coisa que fazia antes de tirar a mochila e meter a comida no micro-ondas, era ligar a televisão para ver os desenhos animados. SIM! O que é que um rapaz de 12 anos quer ver na televisão? Actualmente, a televisão só me serve para duas coisas: ver os jogos do Benfica e, para ver os programas de cozinha do Oliver e do outro cozinheiro britânico. Tenho televisão no quarto mas, é como se nem a tivesse.
Quando era mais novo, o meu irmão tinha uma cassete de VHS do Benfica Campeão (1993-1994). Como eu era fanático pelo Benfica, quando estava em casa sozinho, metia a cassete, vestia a camisola do Benfica, metia o cachecol e a bandeira e, punha-me a ver todos os jogos que a cassete tinha. Cada golo festejava como se fosse mesmo naquele momento. Mas, o pior era que, cada vez que via a cassete, festejava o jogo, vibrava com o jogo…a maluqueira dava-me para isso…


Jornais:

Os jornais, nunca estiveram muito presentes na minha vida. Não gosto de ler e, para ler notícias “da coitadinha e da pobrezinha”, prefiro nem ler. Hoje-em-dia estou mais entusiasmado com a leitura mas, apenas devido ao que anda a acontecer com os ordenados, austeridade e mais austeridade.


Rádio:

A rádio para mim existe desde que me lembro. Acordo a ouvir rádio e, se há pessoa que me marcou muito foi o Jorge Perestrelo, relatador de futebol como não há igual. Cada jogada, era uma jogada. Cada golo era vivido como se não houvesse outro igual. Gosto bastante de rádio. Acompanha-me para todo o lado. Gosto muito da M80, visto que passa as músicas que quando eu era pequeno, o meu irmão ouvia.





Emanuel Trigo
2ºBE

terça-feira, 12 de março de 2013

Eu e os Media. Recordações da minha infância.


CINEMA



Recordo-me perfeitamente aqueles tempos em que acompanhado do meu irmão mais velho fui ver um filme. Gostaria imenso de poder recordar o nome do filme mas está sendo um pouco dificil porque naquela altura não nos interessava a legenda apenas acção e um bom papel do actor era suficiente para fazermos a interpretação do filme. Foi pela primeira vez que vi imagens em movimento de lutas e cavalos e tanta gente morrer de uma só vez. Era impressionante mas, ao mesmo tempo, fascinante. Naquela noite foi difícil adormecer porque as imagens não me saíam da cabeça. Mas com o tempo fui-me habituando ao ponto de querer estar sempre presente em todas sessões do filme. Os filmes eram projectados em terraços descobertos, numa tela de pano branco.





JORNAL



Com o passsar de tempo e depois do meu ingresso na escola comecei a recortar revistas e letras formando frases curtas, colando nas paredes da escola. Surgiu assim a ideia de criarmos um jornal de parede à semelhança do que o país fazia e colocava no mercado municipal para o público. Muitos artigos eram escritos à mão e com umas fotografias ainda a preto e branco. Com escassos meios, mas os que tinhamos eram suficientes para produzirmos artigos que destacavam e chamavam a atenção.

Mas as coisas não ficaram por aí.



RÁDIO

Começa assim a minha paixão pela rádio. Quem não gostaria de ter um. Aquela caixinha que naqueles tempos até parece que sabia o que queriamos dela escutar. Era coisa de outro mundo. Curiosidade era tão grande para descobrir o que lá dentro se encontrava. Enquanto adolescente estávamos interditos de lhes pegar para não estragarmos. Na escola, numa visita de estudo para entendermos sobre as funcionalidadaes de uma Rádio tive oportunidade de visitar uma estação de transmissão da rádio. Foi um dia inesquecível.

Apeguei-me à rádio, participei em concursos por via telefónica, em directo ao vivo na própria rádio. Era vasto o leque de programação. Para mim o que mais se destacava era nas tardes de domingo ao acompanhar momentos emocionantes de relatos de futebol e também nas horas de discos pedidos. Só tive um primeiro rádio meu que me foi oferecido por um amigo na década de 90. Era um mimo. Com o avanço tecnológico passámos a ver imagens correspondentes ao que ouvíamos.



TELEVISÃO

As primeiras imagens televisivas que vi foi na escola atrvés de um programa Télé-Escola instalado na mesma onde estudei. Foi uma coisa maravilhosa mas nem por isso desliguei da rádio. De imagens a preto e branco e por vezes com muita chuva devido à fraca capacidade de captação de sinais, mesmo assim ninguém tirava daí os olhos. Os momentos em que todos nos reuníamos para ver a emissão era depois do jantar para assistir à novela ou ver um bom filme porque os que eram rodados em branca e nos terraços deixaram de existir
Leonildo Nazaré 2ºBC

AS MEMÓRIAS DE RADIO, TELEVISÃO, JORNAL, CINEMA.




Se as minhas memórias me levassem ao passado começava por falar de televisão.

Em 1977 começou a revolução da televisão para todos os angolanos, antes era impensável possuir uma televisão por causa do regime colonial.
Na altura as primeiras televisões foram entregues pelo governo às comissões dos bairros ou seja às juntas de freguesias onde a população se juntava para assistir à novela Gabriela, noticiários e outros programas interessantes. Eu e as minhas irmãs na altura ainda não tínhamos televisão em casa, a emoção era tanta antes da novela que ficávamos muito ansiosas que chegassem a hora para poder assistir. Não só a novela Gabriela marcou a minha infância ou adolescência mas também os bonecos animados, com histórias muito engraçadas como (Lobo Pateta, Corridas Locas, Pantera Cor de Rosa). Nesta época divertia-me muito, embora a televisão só emitisse à noite, porque estava em período experimental.
                                                            

A rádio faz-me lembrar perfeitamente a casa dos meus pais. Ainda muito nova tinha um rádio, e o meu pai aos domingos ficava com os ouvidos bem atentos a escutar o relato de futebol. Já na minha adolescência escutava a rádio porque era na época o único meio de difusão que tínhamos durante o dia. Recordo-me que havia muitos programas mas o meu preferido era os Discos Pedidos em que os ouvintes telefonavam para a estação de rádio e faziam dedicatórias para os amigos e familiares, e escolhíamos uma música. Ficava muito atenta às letras para as poder copiar e depois trocar entre colegas, era bastante divertido. Naquele tempo, em Angola, quem não tinha um caderno de música! Principalmente românticas (Roberto Carlos, Alcíone e tantos outros). Ainda hoje gosto de escutar rádio, alguns programas encantam-me especialmente na TSF, Renascença e Orbital.




Era muito nova quando vi o primeiro filme, estava eu no ensino primário e estudava num colégio de freiras onde éramos obrigadas aos domingos ir aprender o catecismo e depois íamos ver filmes sobre a Vida de Cristo. na adolescência era regra todos os fins de semanas ir ao cinema com os meus irmãos. Vi muitos filmes e lembro-me de alguns como o Preço da Lealdade, Canção da Felicidade, filmes do Trinita do Bud Spencer, do Cantiflas, Charlot e muitos mais. 






O meu primeiro contato com o jornal foi quando morreu a minha avó e o meu pai publicou um anúncio no jornal para dar a conhecer aos outros familiares o seu falecimento. Foi um contacto triste porque raramente meu pai comprava jornais. Hoje tenho um contacto permanente com os jornais principalmente com os jornais desportivos e outros.

Filipa Campos 2ºBC

A minha relação com os media

A IMPRENSA


Quando era pequena, como residia distante dos pontos de acesso à imprensa nunca tive muito interesse pela leitura dos mesmos.

De vez em quando lá comprava o “Correio da Manhã” ou o “Jornal de Notícias” e logo passava o olhar pelas gordas, caso despertasse o interesse, então ia aos detalhes, mas isso quando era mais crescida. Hoje o meu interesse por este meio de comunicação continua a ser irregular.

A RÁDIO

A rádio foi o meio de comunicação mais acessível ao qual sempre tive acesso quer a trabalhar ou a viajar.

Ainda me recordo do apelo intenso ao povo para não saírem de casa no dia 25 de abril de 1974.

Acordava ao som do programa “Diário Rural” que relatava vários assuntos agrícolas, seguindo-se a “Hora de Ponta” apresentada por Luís Pereira de Sousa. À noite ouvia o programa “Quando o Telefone Toca” apresentado por Matos Maia, que era um programa de discos pedidos.

TV

Por ser uma pessoa muito ativa não tinha muito tempo disponível para assistir à TV, embora tivesse interesse em assistir aos noticiários do “Telejornal”, comentários políticos, o “Festival da Canção”, o “Concurso Miss Europa” e programas culturais.

Internet

Eu navego frequentemente na internet, para pesquisar em vários sites, explorar e conhecer outras culturas e diferentes etnias, descobrir fatores de entretenimento e facilitar a comunicação a nível profissional, cultural e individual.





Rosário Carvalho 2ºBC

segunda-feira, 11 de março de 2013

As minhas lembranças


      os primeiros contactos com:
Imprensa :O meu primeiro contacto com a imprensa foi num livro de banda desenhada que tinha como protagonista “N’tori Palam”. Era um jovem pobre que vivia com os pais com muitos planos de vida, mas nem um resultava. Nessa altura eu era miúdo nem sabia ler. Às vezes a minha irmã lia para mim como se fosse ela a contar a história. Também pedia emprestado os livros para dar a quem soubesse ler para os ler para nós.
Passámos a saber todos os conteúdos dos livros que havia na altura. Depois de aprender a ler continuei a ler os novos livros que iam sendo publicados.
Durante um tempo deixaram de publicar estes livros mas recomeçaram novamente, porque são histórias que os Guineenses gostam muito de ler.

                       Imagem de “N’tori Palam   
      
Cinema: O meu primeiro contacto com o cinema, foi com o meu pai. Ele ia ao cinema todas as semanas, e havia amigos que iam também. No dia seguinte eles começavam a contar a história do filme que tinham visto e por isso eu fiquei com muita ansiedade para ir também. Por isso pedi ao meu pai para me levar, ele aceitou e fomos os dois. Havia muita gente nem havia um lugar sequer e o filme que eu vi neste dia foi o de “Bud Spencer” (TRiNITA). Foi um dia maravilho, estava com muita pressa que amanhecesse para poder contar o filme aos meus colegas.       
 Rádio: Com o rádio, eu lembro-me que o meu pai tinha um aparelho em casa. Ele ligava este rádio só para ouvir RFI na onda curta. Sempre que ele saía nós ligávamos o rádio e tentávamos tirar um som. Era difícil sintonizar a rádio, o que mais me impressionava e era virar o botão devagarinho para ver se conseguíamos ouvir alguma coisa.
Sim, se era difícil sintonizar na cidade não falaremos no interior. Para os jovens que escutavam os relatos de futebol (Português) era preciso muito trabalho, lembro-me que o meu primo fazia uma antena de cana de bambu na esquina de casa que era muito alta, mesmo assim ainda fazia alguns ruídos.        
TV: No que diz respeito à televisão, o meu primeiro contacto foi a espreitar na janela de uma casa ao redor do nosso bairro. Era uma casa que tinha televisão e eles ligavam a tv com a janela um pouco aberta. Quando descobrimos isso, todos dias no final da tarde íamos para lá para ver se conseguíamos ver alguma coisa. Para nós era uma coisa impressionante e ficávamos muito contentes por ver um bocadinho da televisão, as imagens que nem sei explicar agora o que eram. Já havia televisores mas era raro.
Depois de algum tempo o meu pai mandou-nos uma tv e um vídeo. De cá. Mesmo assim precisava de uma antena muito alta. As vezes havia pessoas que ficavam fora para virar a antena enquanto os outros ficavam para ver quando encontrassem uma boa imagem,. Pouco a pouco tudo melhorou e hoje já se consegue ver em perfeitas condições.       
  
2º TA                                                                              BARO BALDE 

AS MEMÓRIAS DA MINHA INFANCIA



              
IMPRENSA – Da imprensa só me lembro de ver o meu tio a ler o jornal mas não me lembro qual era, e o primeiro contacto com a leitura foi na escola e nos livros da banda desenhada.

RÁDIO ­– A minha primeira experiência com a rádio foi quando tinha os meus 10 anos e ouvia músicas e notícias. Lembro-me que a minha tia ligava a rádio e enquanto nós arrumávamos a casa estávamos a ouvir música, e começávamos a cantar. Ouvíamos músicas da terra, músicas do ROBERTO CARLOS e dançávamos também.  

TELEVISÃO- Na minha casa quando eu era pequena não havia televisão, por isso não tenho grandes memórias desse tempo. Só me lembro que íamos a casa da minha vizinha, que tinha televisão porque o marido era militar, para assistirmos à novela. Naquela altura era a TIETA do AGRESTE. Tínhamos que fazer as tarefas da casa muito rápido, arrumar as coisas para quando chegasse a hora da telenovela irmos a correr para a casa da vizinha marcar lugar porque todo o bairro fazia a mesma coisa, ia todo para a casa desta vizinha que tinha televisão porque o marido era militar.

CINEMA- A primeira vez que vi um filme foi à noite, na rua, no bairro Madre Deus em S. Tomé , numa tela gigante com um projetor. Aliás nem era bem uma tela, acho que era um lençol. O primeiro filme que vi foi do SANDOKAN que adorei, também assisti a filmes de COWBOY e um filme brasileiro que se chamava ORFEU NEGRO. Até vir para Portugal nunca tinha entrado numa sala de cinema.




CELMIRA MAGALHÃES 2ºTA  

quinta-feira, 7 de março de 2013

Jornal
As minhas lembranças sobre os jornais são sobretudo as notícias desportivas devido ao facto de ter um primo que foi jogador do Benfica e da Seleção Nacional.

Eu tinha mais ou menos 10 anos e o meu primo Leonardo  jogava a defesa central. Os meus tios guardavam os jornais onde ele vinha e para mim era um orgulho.




















Rádio
A rádio teve e tem uma grande importância em mim. Sempre fui um ouvinte da rádio desde a minha infância, o programa Graça com todos dos Parodiantes de Lisboa era a minha companhia e a dos meus pais à hora de almoço.
Hoje a rádio continua a ser a minha companhia na minha profissão de motorista de pesados, pois tenho-a sempre sintonizada. De manhã prefiro a M80 para começar o dia com musica suave, à tarde prefiro a Antena 1 por causa da informação sobre o trânsito e à noite Amália para relaxar.



Televisão
Sobre a televisão, o que me lembro mais quando era pequeno é dos desenhos animados, Pantera -cor-de-rosa. Mas também da telenovela a Gabriela. Como não havia muitas televisões na minha zona juntávamos alguns vizinhos na minha casa para ver a telenovela, bons tempos. O mais detestável era o barulho do estabilizador, que era um aparelho essencial na altura para o funcionamento da televisão porque evitava os picos de corrente que a podiam danificar.
Cinema
Do cinema lembro-me de ver os filmes do Bud Spencer e Terence Hill  e a Lagoa Azul.
Na altura eu tinha uma grande vantagem sobre os meus amigos porque o meu tio estava a explorar o bar do cinema da Encarnação e então eu podia ver os filmes que quisesse sem pagar.






António Monteiro nº2     2º BE


















quarta-feira, 6 de março de 2013

Eu e...


 O cinema – A primeira vez que me recordo de ter assistido a um filme projectado numa tela tinha eu mais ou menos 10 anos.
Era costume ir passar férias com os meus pais para a Lagoa de Albufeira (perto de Sesimbra) e à beira da lagoa existia uma casa muito antiga da qual já só restavam as paredes em pedra, cujo espaço foi aproveitado para fazer um cinema ao ar livre. O filme tinha o titulo Os super homens contra as amazonas, era de ação e o enredo tinha como base os super homens tentarem derrotar um grupo de mulheres guerreiras, as amazonas. Depois deste filme assisti a muitos outros no mesmo local, mas talvez pela muita ação existente neste nunca mais o esqueci.

 A rádio – Como na minha família não havia o hábito de ouvir rádio, não me recordo da primeira vez em que ouvi esta caixinha de comunicação, há no entanto uns momentos que tenho de recordação. Tinha um tio avô que adorava ouvir os relatos de hóquei em patins e por vezes eu sentava-me ao pé dele a ouvir também.
Tenho bem presente alguns programas radiofónicos que marcaram a longa história da rádio, dos quais passo a descrever alguns:
Os Parodiantes de Lisboa, com a sua dupla famosa de detectives Patilhas e Ventoinha;
os discos pedidos, do qual estava sempre a espera que as pessoas pedissem para passar as musicas que eu gostava;
o Oceano Pacifico, era e ainda é o melhor tranquilizante para escutar ao fim da noite;
O programa Despertar com o António Sala e a amiga Olga, com o incontornável Jogo da Mala.

 Os jornais – Deste meio de comunicação a primeira recordação que me vem à cabeça é o tamanho das suas páginas que enchiam uma mesa, recordo-me do jornal A Bola e o Diário de Noticias que depois de lidos eram usados para forrar o caixote do lixo ou como protecção aquando das pinturas das paredes e tectos lá de casa.

 A televisão – As primeiras vezes que assisti a programas de televisão foi em casa da minha avó, recordo-me que a televisão era uma Telefunken e tinha  em cima um bonito naperon feito pela minha avó e em cima do naperon estava uma espécie de pato em vidro que fazia contra balanço e oscilava para a frente e para trás (este “espécime” usava-se muito na altura).
Os primeiros programas de que tenho memória para além do telejornal (que eu detestava) lembro-me do TV Rural com o Eng.º Sousa Veloso; Animação com o Vasco Granja, deste programa muito sinceramente só gostava da Pantera Cor de Rosa, porque aqueles desenhos animados polacos e checoslovacos  que passavam, até me faziam “agonias”. Recordo também um programa que era apresentado pelo Vítor Mendes (pai do Fernando Mendes do Preço Certo), o programa era sobre bricolage e o Vítor Mendes não tinha habilidade nenhuma, valia os convidados que esses sim faziam coisas muito apresentáveis.

Fernando Lopes nº 7 2º BE

terça-feira, 5 de março de 2013

Os Media na minha infância.


As minhas lembranças sobre a imprensa não são muitas, mas ainda me recordo de antes de ir para a escola de ir ao café com a minha mãe e ela não resistia a folhear o jornal que estava sobre as mesas e começava sempre pela página dos mortos e pelo horóscopo.
A rádio hoje faz parte da minha vida, pois a minha mãe é uma viciada em rádio e não faz nada sem a companhia da Rádio Renascença. Quando eu era pequena lembro-me que não perdia um programa do “Jogo da Mala”. Eu não tenho nenhuma rádio favorita, a que toca a música que me agrada é a que fica.
Sempre adorei a televisão, adorava ver os meus bonecos favoritos e um programa que não perdia era o “Buereré”. Hoje já não vejo bonecos mas gosto muito de ver o canal da Record que passa notícias e programas muito interessantes.
As minhas idas ao cinema são sempre memoráveis. Um dos filmes que mais adorei ver no cinema foi “Brigada 49”um filme que me marcou para o resto da vida porque conta a história de um bombeiro. O que vi recentemente foi o “Titanic” no dia em que fez 100 anos e levei a minha avó ao cinema. Foi a primeira vez que ela foi ao cinema e adorou o filme e a sala de cinema.


Vânia Loures 2ºBC

Eu e os media


IMPRENSA
O primeiro contacto que recordo com a imprensa foi por volta dos 10 ou 12 anos.

Os meus tios avós paternos moravam perto da minha casa e uma das minhas “obrigações” era visitá-los.

Gostava especialmente de ir lá a casa aos domingos, porque o meu tio comprava o jornal Diário de Noticias, que era enorme, e ficava a lê-lo toda a manhã.

Na altura o jornal trazia um suplemento com palavras cruzadas, charadas, adivinhas e outros passatempos, para além de pequenas tiras de banda desenhada, que dava para me entreter. É um dos meus hobbies preferidos, mas na altura servia como desculpa para sair da minha casa e passar um tempo sem as atividades domésticas.
RÁDIO
Quando penso na rádio dos tempos de antigamente, não posso deixar de recordar o programa de radionovela Simplesmente Maria. Durante o programa, ninguém podia falar, a minha avó colava o ouvido à telefonia e não existia o mundo ao redor.

Também me recordo dos Parodiantes de Lisboa, mas naquela idade ainda não percebia algumas das piadas, pelo menos quando eram políticas.

Mas tive os meus programas de eleição, Quando o telefone toca…que adorava ouvir à espera das minhas músicas preferidas. Como tinha de lavar a loiça à noite, trancava-me na cozinha, punha o som alto e ficava muito chateada quando alguém escolhia uma música que não gostava. Dia em que não tocasse 28 graus à sombra, Je t’aime, Non son degno di te, já não prestava o programa. A loiça ficava gasta de tanto lavar para poder ouvir o programa todo. Também gostava da febre de sábado de manhã com o Júlio Isidro, e também do Oceano Pacífico.
TELEVISÃO
Sobre a televisão, recordo a ansiedade para ver o programa de animação, que dava aos Domingos durante meia hora, apresentado pelo Vasco Granja. Durante esse tempo ficava à espera dos minutos finais para ver os desenhos de Walt Disney, os meus preferidos. Também recordo de ver o programa TV Rural, que cativava pela maneira de apresentar do Engº Veloso. É preciso recordar, que não existiam muitos programas para crianças e jovens e a emissão tinha tempo limitado. Mais tarde fui fã da “Lassie” e do “Bonanza”. Aos domingos passava o programa com os telediscos mais vendidos, onde aproveitava para ver os meus ídolos.

CINEMA
Lembro com muita saudade das minhas noites e tardes de cinema. Como recebia uma semanada dos meus tios no valor de 20 escudos, ia ao sábado à noite com o meu pai e o meu irmão e também podia ir com amigos à matiné de domingo. Sentava-me sempre no mesmo lugar, na plateia, última fila.

Como era um cinema de vila, os filmes quando chegavam já tinham estreado em Lisboa há muito tempo. Era das poucas saídas que podia fazer com amigos, porque o cinema era ao pé de minha casa, mas no entanto dava-me uma sensação de liberdade.

Os filmes que recordo são diversos, porque gosto de quase todo o género. Mas a memória leva-me para os filmes de adolescentes como o Grease, Gelado de Limão ou então o Porkys. O meu filme romântico preferido é o E tudo o vento levou. O musical que adorei ver é indiano e chama-se Prestigio real, adorei as músicas, as roupas, as danças e o romance. Também me lembro do Jesus Cristo Superstar Também me lembro do suspense do primeiro filme de ficção científica – Alien, o oitavo passageiro.

As matinés de domingo permitiam que se fosse ao cinema, e no escurinho do cinema como diz a canção, podia ficar de mão dada com o namoradito existente.

Gisela - 2º. BC

Conectividades



 O meu primeiro contacto com o mundo das notícias deu-se no início da década de 80, quando apareceu o primeiro televisor lá em casa. Foi o final de uma época em que as noites eram sombrias e curtíssimas, em que a rádio predominava e foi o início de outra, embora a preto e branco, bem mais iluminada e animada.
Se bem que a minha alegria pouco durou, ainda mal se tinha acomodado lá em casa, da-se o trágico acidente aéreo de Camarate onde o primeiro-ministro Francisco Carneiro faleceu. A tragédia abateu-se sobre a nação e quem pagou as favas foi a minha televisão, 3 dias seguidos de luto nacional foi obra, aquelas emissões fúnebres e escuras ainda hoje ecoam na minha memória.
Uns anitos mais tarde a rádio voltaria, e fez parte integrante da minha adolescência, quando após muito esforço e uma poupança à custa de umas férias escolares trabalhadas, lá comprei a minha primeira aparelhagem em 2ª mão claro. Posso dizer que nessa altura se deu a minha segunda revolução pessoal, a de passar horas e dias o ouvir as rádios piratas que começaram a surgir nessa época. Este período foi rápido e num ápice deixei de poder dedicar-lhe tanto tempo, com a passagem da minha pessoa ao mundo laboral efectivo mas, por coincidência, foi neste momento também que a imprensa escrita começa a entrar nas minhas rotinas diárias pois como Paquete tinha acesso aos jornais, nem que fosse só para ler as gordas a caminho do escritório. Foi uma época de descoberta em todos os aspectos, onde as notícias passaram a ter valor para mim, ainda me lembro do incêndio do Chiado ou da Iª Guerra do Golfo em que as manchetes jornalísticas obrigavam a várias tiragens extras para manter o fluxo de informação.
Actualmente tudo isto se encontra facilitado a um extremo que proporciona e estimula a preguiça, perdeu-se o prazer de ficar com os dedos sujos de tinta das rotativas que imprimem os jornais pelas tendinites que os clique ininterruptos no botão esquerdo do rato provocam, modernices…
   
José Lourenço
2º BC