quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Media Desde Cedo

Desde muito cedo que os Media fazem parte da minha vida!
Era eu uma bebé e já adormecia ao som do rádio no posto "Nostalgia". Este rádio de que vos falo era bem pequenino como os dos carros, fazia parte da mobília de quarto dos meus pais e eu assim adormecia ao som das musicas dos anos 70/80. Ainda hoje perdura o hábito, que adquiri desde então de ouvir rádio no posto "M80" e saber mais sobre temas e bandas dessa época, a meu ver , a  melhor sem dúvida! 



 



À medida que fui crescendo fui tendo também os primeiros contactos com a TV,  lembro-me da "Rua Sésamo" e outros desenhos animados, que me faziam saltar da cama e correr como as "Tartarugas Ninjas", era a loucura!  E foi assim que passei eu a ser o "galo" da casa. 
Relembro  as telenovelas da Globo como "A Tieta" "A Fera Ferida",   vários programas televisivos como o "Parabéns""Pensão Estrela"..... Lindo! "O Herman Sic", "Agora ou Nunca""O Escova de Dentes""Os Jogos Sem Fronteiras"... enfim, e muitos outros,  e o telejornal  até hoje não falta, na hora do jantar é a companhia desagradável que persiste.
Na altura da minha infância relembro tão bem "O Vitinho",  o clip de desenhos animados a anunciar aos meninos pequeninos a hora de deitar. 
Cedo tive também contacto com o leitor de VHS,  a que associo automaticamente, às cassetes de filmes de desenhos animados da Walt Disney. O que eu venerava os filmes da Disney! Minha grande paixão ontem, hoje e sempre!
Em casa as músicas destes filmes substituiam a tabuada do "ratinho" que estudava na escola e levava para casa para decorar, lógico que com muito mais ânimo e facilidade eu decorei as músicas e falas dos personagens da Disney, já a tabuada... até hoje.... bom, é melhor não comentar.


 






Do leitor VHS passo muito cedo para a sala de cinema, que obviamente se estreou para mim com um filme da Disney: "O Corcunda de Notre Dame", foi o início de um prazer que se tornou um hábito muito especial para mim, pois não passo muito tempo sem fazer uma sessão de cinema sozinha. 
Durante a adolescência presenciei a epidemia das consolas que até a mim me afectou, uma verdadeira loucura na altura até os dias de hoje desde a Sega Mega Drive, o Game Boy,  a Nintendo, a Playstation, a X-Box.... enfim essa catrefada toda de vícios hilariantes! Pois devo confessar : desde  que Joguei "Tomb Raider" nunca mais fui a mesma! 


 


 O que me leva, então  ao computador , e por sua vez à Internet que entra recentemente na minha vida associada à TV Cabo.
Em mim foram logo se criando outros habitos ligados à TV como por exemplo os canais de documentários de civilizações antigas, ciência e o avanço da tecnologia,  a vida animal, o nosso planeta,  o universo,  documentários sobre religiões, actividade paranormal,  tribos e suas crenças..... um mundo infindável aliciante para mim.     
Agora, eu,  assim como grande percentagem das pessoas da minha geração, anterior ou mais recente do que a minha, adquiri o hábito do facebook,  o youtube, o google e assim vou e vamos nós assistindo e  presenciando todos a evolução dos meios de comunicação!







                                                                                                                                                                     Carina Verissimo    

   

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Eu e os Media


                                                                “Eu e os Media…”


  Durante a primeira parte da minha infância, até aos 9 anos, não existia rádio em casa pelo facto de vivermos no estrangeiro e não existirem estações faladas em Português.
  A televisão era a única distração que existia. Tínhamos acesso a muitos canais mas, o que eu via com mais regularidade, era o canal dedicado exclusivamente a desenhos animados da Walt Disney.

Já em Portugal, o meu avô ofereceu-me um rádio e passei a ouvir música, mais propriamente o programa dos discos pedidos, sempre na expetativa de ouvir as minhas músicas preferidas. Também não perdia os relatos de futebol do meu clube de eleição.

  Relativamente à televisão, lembro-me que não prescindia do programa de desenhos animados do Vasco Granja e de duas séries americanas de ficção científica, o Espaço 1999 e O Caminho das Estrelas. Estas duas séries eram sagradas para mim. Estivesse onde estivesse a fazer o que fosse, quando chegava à hora da transmissão eu tinha que estar imperativamente no meu cantinho do sofá, para me deliciar com estas séries. Elas levavam-me a viajar por mundos imaginários que, por vezes, nem em sonhos era possível. Era sem dúvida um momento único de grande expetativa e de imaginação que ia para além do sonho de um dia eu poder conhecer na realidade uma vida para além da nossa.

  Ao longo do tempo a televisão tem evoluído tecnologicamente no seu formato, qualidade de imagem e sistema de transmissão. Os ecrãs analógicos, conhecidos por cinescópios ou (CRT), pesados, com grandes profundidades, de formato (4:3) e com uma baixa resolução, foram substituídos por ecrãs de LCD e Plasmas. Estes televisores de formato panorâmico (16:9), próximos do formato de cinema, utilizam ecrãs planos e muito finos, com uma elevada resolução, originando imagens mais ricas em detalhes, cores, brilhos e maior nitidez.

  Actualmente a transmissão analógica que perdurou várias décadas, com uma imagem pobre, de baixa resolução e nitidez, com alguns problemas de interferências de imagens inerente à própria tecnologia está a ser substituída pela transmissão digital, com uma maior resolução de imagem, designada por alta definição (HD) e livre de quaisquer interferências de imagens, podendo ser transmitida para antenas interiores, exteriores, satélites e por cabos terrestres. Com esta nova era digital a televisão de hoje passou a ter uma nova aplicação que é a interatividade.

  Hoje em dia continuo, sempre que posso, a ver televisão numa vertente mais informativa e educativa. Gosto de ver noticiários, programas históricos, programas tecnológicos, futebol, algumas séries e filmes. Utilizo já alguma da interactividade que a televisão oferece.
  A rádio ouço com regularidade a Rádio Comercial, M80 e relatos de futebol.
  Jornais, leio esporadicamente o Correio da Manhã, Diário de Notícias e algumas revistas, na vertente das novas tecnologias.  

  A televisão revolucionou o mundo, influenciou comportamentos, marcou décadas e gerações. E, hoje é o meio de comunicação com maior penetração e importância do mundo. 








                                                                                                                                    Paulo Carvalho 2ºAE   

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Eu e os Media


Televisão

A lembrança que eu tenho sobre a televisão vem desde os 5 anos de idade. Quando acordava ia a correr ver os desenhos animados na televisão a comer a papa Cerelac antes de ir para a escola. À tarde quando a minha avó ou a minha mãe me iam buscar eu ficava toda contente, pois já sabia que ia imediatamente para casa sentar-me no sofá ver e ia novamente ver os meus desenhos animados preferidos, o Dartacão e os três Moscãoteiros!
Ainda hoje adoro ver desenhos animados, embora não tenha muito tempo para ver televisão, mas esta memória nunca esquecerei!
Lembro-me também de todos os dias à hora do jantar ter que “gramar” com o telejornal porque minha avó adorava e era uma regra lá de casa. Para mim era uma seca mas recordo com satisfação esses tempos em que era pequenina e não podia decidir o que queria ver na televisão. 


Rádio

Em relação á rádio, a lembrança mais presente que tenho, foi quando por volta dos meus 6/7 anos. O meu avô tinha um rádio preto, pequeno onde adorava ouvir o relato dos jogos de futebol na rua á porta de casa sentado num banco em madeira que ele próprio tinha feito. Eu parava junto ao meu avô deslumbrada a ouvir os sons dos relatos, os comentadores a falarem muito rápido, achava imensa piada…
Para mim o rádio só existia quando ia passear de carro com a minha mãe e ela ligava-o para ouvir música, quando estava sozinha em casa com a minha irmã e ela ligava a aparelhagem para ouvir música enquanto limpava a casa, ou quando na escola fazíamos peças de teatro ou danças. 


Revistas

Quando era mais crescida comecei a reparar nas revistas por volta dos 12/13 anos, pedia dinheiro a minha mãe para comprar as minhas próprias revistas, próprias para adolescentes a “Bravo” e a “Super Pop”. O que me entusiasmava e me levava a compra-las era o brinde que ofereciam, como poe exemplo, pulseiras, fios, brincos, entre outros. Ao fim de um ano tinha uma gaveta cheia de revistas, porque eu colecionava-as.
Recordo-me também de manhã cedo, o meu avô ia comprar o jornal e lia-o de traz para a frente, nunca percebi porquê! Hoje em dia passam-se semanas sem que eu passe a vista por nenhuma revista. 

Tânia Vilas Boas 
2º AE

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A minha primeira memória do rádio foi na casa da minha avó, na Guiné quando eu tinha 6,7 anos avó ligava a rádio bem cedinho e ficávamos a ouvir o noticiário depois a musica e até dançávamos. Era uma festa todos os dias, uma alegria. A minha primeira memória da televisão foi também na casa da minha avó lembro-me do primeiro desenho animado a rua sésamos era muito divertido. Os vizinhos vinham todos a nossa casa porque éramos os únicos que tínhamos televisão em casa nessa altura era uma coisa admirável para todos. A lembrança que eu tenho das revistas foi em casa da minha tia, porque ela é jornalista e trabalhava no rádio, portanto trazia revistas para casa e eu e as minhas irmã ficávamos a admira-las durante horas e divertíamo-nos com as imagens sobre tudo de culinária porque na altura não ligávamos ás fotos das celebridades. Fazíamos jogos e brincadeira á volta daquelas paginas que nos traziam cor e um mundo que nós não conhecíamos.
 umo baio

Eu e os media


Desde o momento que me conheço como gente que os Media sempre estiveram presentes diariamente no meu quotidiano. Estas lembranças reportam à década de 80, momento em que a liberdade de Expressão se impunha, daí a rádio, a televisão e os jornais e toda a imprensa escrita cada vez mais fazerem parte do quotidiano de todos os Portugueses.
Criança, recordo o acordar ao som estridente do rádio, com o programa matinal que a minha avó fazia questão de ouvir sem que ninguém ousasse demovê-la. Velho rádio esse, fiel amigo e companheiro do meu avô que, no dia em que se calou de vez, a sua atitude foi dar-lhe com a bengala até que o aparelho deixou de ter mesmo conserto.
Presentes estão ainda as horas do almoço durante as quais o meu avô dizia: “A hora da refeição é sagrada, quero silêncio”, para ouvir em sossego o telejornal na televisão. E nós tínhamos de ouvir e calar.
Televisão! …essa caixinha tão importante e companheira nas tardes da minha infância, vivas recordações são programas como o Sítio do pica-pau amarelo, Bonança ou Heidi e Marco, Verão azul ou mesmo os Jogos sem fronteiras, …que belos serões proporcionavam em família.
Jornais e revistas também eles faziam parte do meu mundo real, pois todos os dias pela manhã saía de casa de mão dada com a minha avó para ir comprar o pão e o jornal ao meu avô.
Gostava sim das revistas técnicas que o meu pai mandava vir de Espanha pois tinham muitos bonecos os quais eu, às escondidas gostava de colorir.
Hoje concluo que os Media têm um papel muito importante na sociedade civil. Fazem o mundo girar, especialmente a internet que temos tudo à distância de um “click” em tempo real. É sem dúvida, um mundo de informação, comunicação e trabalho.

Filipe Henriques 2º AE

“ Eu e os Media…”

                        TV

            As minhas memórias sobre a televisão são inúmeras e dizem respeito a programas. Lembro-me quando ainda morava na Portela de Sacavém de me levantar cedo ao fim-de-semana para uma “ maratona ” de desenhos animados que começava às 8 horas da manhã e só terminava quando começava o Telejornal das 13 horas.
            Os desenhos animados que não me esqueço são o D’Artacão e os três Moscãoteiros, Tom Sawyer e a saga de séries do Era uma Vez ….
            Lembro-me ainda quando a RTP 1 (sim porque na “ minha altura “ ainda só havia dois canais!) emitia depois do Telejornal da noite os “ Jogos Sem Fronteiras “ ou o “ Festival da Canção “ e ninguém saía de casa porque não queria perder a emissão, o que aborrecia alguns dos meus amigos porque estavam à nossa espera para continuarmos a brincadeira que tínhamos começado durante a tarde.
            Em relação ao aparelho em si, lembro-me que a televisão lá de casa tinha uma capa em madeira, com vários botões na frente para mudar de canal ou aumentar ou diminuir o volume (sim porque também não havia comandos!). Tinha ainda uma película de cor azul em frente ao ecrã para acrescentar alguma cor e, no meu caso, os meus país também diziam que servia para proteger os nossos olhos pois, como qualquer criança, estava muito perto da televisão.
            Lembro-me ainda de um programa que era emitido pela RTP 2 durante a semana no horário da tarde que se chamava “Agora Escolha” e que consistia na apresentação de duas séries que já tinham sido retiradas do ar. Depois dessa apresentação era efetuada uma votação telefónica com a ajuda do público que decidia qual a escolhida para ser emitida. Durante a votação normalmente era transmitido um desenho animado ou um episódio de uma  outra série.
            Penso que hoje em dia este tipo de programas não teriam muito sucesso de audiências porque tem um ritmo muito lento que o público atual já não aceita


                        Rádio

            A minha memória sobre a rádio é só uma: “ O Jogo da Mala “ com o António Sala e a Olga Cardoso. Este programa era transmitido na Rádio Renascença (RR) todos os dias da semana (de segunda a sexta feira) no horário da manhã. O jogo consistia em anunciar um valor de hora a hora. Depois os locutores telefonavam em direto para um número de telefone ao acaso (entre os assinantes de telefone fixo que na altura era a população portuguesa inteira) e quem atendesse e dissesse a frase que anteriormente tinha sido divulgada mais o valor que a mala continha ganha o dinheiro. A minha mãe passou anos a registar num caderninho todos os valores anunciados na esperança de um dia atender uma chamada da Rádio Renascença… até hoje.


            REVISTAS E JORNAIS 

      Em relação a este tema poucas ou nenhumas memórias tenho, pois lá em casa a única publicação que entrava era a “ TV Guia “ já que os jornais eram lidos pelo meu pai no trabalho. Hoje em dia a minha ligação com a imprensa escrita resume-se ao “Correio da Manhã” e aos jornais desportivos.

Paulo Ferro 2ª AE